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Demora na retirada de corpo expõe falhas no atendimento do IML de Catalão e revolta comunidade

de diantedofato
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A atuação do Instituto Médico Legal (IML) de Catalão voltou a ser alvo de duras críticas após um episódio marcado pela lentidão e pela falta de respeito com familiares de uma vítima de acidente. No dia 3 de setembro de 2025, a senhora Rita de Cássia Rosária da Silva perdeu a vida na GO-305, mas a remoção de seu corpo levou cerca de cinco horas para ser realizada. O longo tempo de espera transformou um momento de dor em uma experiência ainda mais traumática para os familiares, que relataram sensação de descaso e abandono diante da demora.

A indignação chegou até a Câmara Municipal de Cumari, onde o vereador Edilson Edson Agapito da Silveira protocolou um ofício direcionado à Coordenação Regional da 8ª CRPTC, responsável pelo IML de Catalão. No documento, o parlamentar manifestou repúdio veemente à precariedade do atendimento, apontando que situações como essa não apenas desrespeitam a dignidade humana, mas também expõem uma grave falha em um serviço essencial que deveria funcionar com agilidade e sensibilidade.

O posicionamento da Câmara de Cumari destaca que a demora na remoção de corpos é inaceitável e exige providências imediatas por parte das autoridades competentes. O pedido é claro: medidas urgentes para garantir que o atendimento seja prestado com a eficiência e o respeito que as famílias enlutadas merecem. Além disso, solicita-se que os responsáveis pela falha sejam devidamente responsabilizados, evitando a repetição de novos episódios que aprofundem o sofrimento de quem já enfrenta a perda de um ente querido.

A situação acende um alerta sobre a qualidade dos serviços oferecidos pelo IML de Catalão, que, em vez de amenizar a dor de familiares em momentos de tragédia, acaba agravando o luto com atrasos e descaso. A sociedade exige mudanças estruturais e um atendimento mais humano, compatível com a dignidade das vítimas e de suas famílias.

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