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Mãe relata demora por vaga; criança é levada a Itumbiara e não sobrevive

de diantedofato
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Uma mãe usou as redes sociais para denunciar dificuldades enfrentadas no atendimento ao filho, uma criança de apenas 2 anos, que morreu neste domingo, 5 de abril, após aguardar transferência para uma unidade com suporte especializado. Segundo o relato, o menino precisava de vaga em UTI infantil, estrutura que, conforme a denúncia, não estaria disponível em Catalão.

De acordo com a mãe, a solicitação por uma vaga foi feita por volta das 12h, porém a liberação teria ocorrido apenas às 18h, após ela buscar ajuda junto a autoridades. Durante esse período, segundo o relato, ela tentou contato com representantes políticos e pediu apoio para garantir o atendimento adequado ao filho. Ainda conforme a denúncia, mesmo após a confirmação da vaga, não havia transporte apropriado disponível para realizar a transferência imediata.

A mãe afirmou que uma ambulância foi enviada da cidade de Ipameri, mas, segundo ela, o veículo não possuía estrutura necessária para transportar um paciente em estado grave. Ela relata que o recomendado seria transporte aéreo, porém a transferência ocorreu por via terrestre. Durante o deslocamento, conforme a publicação, foi necessário conseguir oxigênio, pois a ambulância não teria o equipamento adequado inicialmente.
Ainda segundo o relato, a criança chegou a ser transferida para um hospital na cidade de Itumbiara, onde deu entrada para atendimento especializado. No entanto, apesar dos esforços, o menino não resistiu ao quadro clínico e morreu pouco tempo depois.

Nas publicações, a mãe também questiona a ausência de UTI infantil, ambulâncias equipadas e estrutura adequada para atendimentos de alta complexidade, classificando a situação como precária. Ela afirma que lutou até o fim pela vida do filho e acusa negligência no atendimento, alegando que a criança não teria recebido a assistência necessária no tempo adequado.

O caso repercutiu nas redes sociais, gerando cobranças por esclarecimentos sobre a estrutura de saúde e o fluxo de regulação de vagas para pacientes pediátricos. Até o momento, não havia posicionamento oficial detalhado sobre o caso.
O espaço segue aberto para manifestação das autoridades de saúde para esclarecimento dos fatos.

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